Rogéria: um legado de peso

Deu no Globo. Rogéria Bolsonaro, a primeira mulher do capitão Messias, pagou o equivalente a 621 mil reais um apê em Vila Isabel, bairro da zona norte carioca. Isso aconteceu em 1996, quando Messias ainda era um ilustre representante do baixo clero na Câmara dos Deputados. A compra foi feita em dinheiro vivo, uma em cima da outra. Ou conforme os termos do escrevente ao lavrar a escritura, através de moeda corrente devidamente conferida e, digo, corrente, contada, e achada certa e examinada pelos outorgantes.”   

Foi adquirido de um militar reformado, já falecido. A viúva diz que não sabe de nada, apesar de ter assinado o documento de compra e venda. Até aí morreu Neves.  Rogéria foi vereadora por dois mandatos na Câmara do Rio. Perdeu a cadeira em 2001 para Carlitos, seu filho, então com 17 anos, com o beneplácito do capitão, de quem já havia se separado.

Mas deixou um legado inestimável para família, que é o de só fechar negócio em dinheiro vivo. Claro que, como temos acompanhado pela imprensa, essa opção tem se aprimorado ao longo do tempo entre os Bolsonaro, tornando-se preferencial em transações as mais variadas, particularmente no setor imobiliário.

Além de um esforço contábil, a opção envolve sempre uma logística de peso no negócio. E por isso as novas notas de 200 mangos vão aliviar bem as operações, tanto no acondicionamento, no transporte e na entrega. Ou não?   

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